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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2018

Sérgio Moro dá primeira entrevista coletiva após aceitar convite para Ministério da Justiça

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O juiz federal Sérgio Moro, ex-responsável pelas decisões em primeira instância da Operação Lava Jato em Curitiba, afirmou ontem, em primeira entrevista coletiva após ter aceitado convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para comandar o Ministério da Justiça no novo governo, que sua nomeação não tem relação com a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mesmo antes de ser questionado, Moro disse em suas considerações finais que quando condenou Lula não havia perspectiva de que Bolsonaro viesse a ser eleito presidente. “Isso não tem nada a ver com o processo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele foi condenado e preso porque ele cometeu um crime, e não por causa das eleições. (…) Sei que alguns eventualmente interpretaram a minha ida como uma espécie de recompensa, algo equivocado, porque a minha decisão (de condenar Lula) foi tomada em 2017, sem perspectiva de que o deputado federal fosse eleito presidente”, afirmou na entrevista coletiva que as decisões que tomou no período eleitoral, como a de adiar o depoimento de Lula anteriormente agendado, foram tomadas de forma pública e que os motivos foram técnicos. “Os depoimentos achei que poderiam ter uma exploração política indevida, em especial, eu tive presente que poderia haver um risco por conta do depoimento do ex-presidente Lula porque em todos os depoimentos anteriores houve uma convocação de militantes partidários para dar uma espécie de suporte político ao ex-presidente e num ambiente polarizado de eleições poderia haver até confrontos entre militantes de um lado e de outro”, justificou.

 O juiz foi questionado sobre a presença no governo Bolsonaro de políticos investigados e condenados, inclusive entre indicados para ministérios, incluindo Paulo Guedes, investigado por crime financeiro, e o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM), que admitiu em 2017 ter recebido R$ 100 em caixa 2 da JBS. Após repetir confirmar na entrevista que julga o crime de caixa 2 “mais nocivo” em termos de corrupção que o  quando agentes públicos irriqueciam ilicitamente. “Nesse caso de financiamento fraudulento é até pior que o primeiro caso porque afeta o jogo político democrático”, lembrou. Depois disso, Moro defendeu seu novo colega de governo. “Eu, na verdade, tenho uma grande admiração pelo deputado federal Onyx Lorenzoni. (…) Foi um dos poucos deputados que defenderam a aprovação daquele projeto das 10 medidas mesmo sofrendo ataques severos da parte de seus colegas. Quando aquele projeto foi totalmente desfigurado, ele era uma figura até desalentada pelo tanto que ele lutou pela aprovação daquele projeto naquele momento”, conta.
Sobre o caso de caixa 2 em si, Moro afirmou que o deputado já se desculpou. “Quanto a esse episódio do passado, ele mesmo admitiu seus erros e pediu desculpas e já tomou as providências para repará-lo”, defendeu.  

Moro reconheceu haver divergências entre ele e o presidente eleito, embora tenha minimizado declarações de Bolsonaro consideradas ofensivas a minorias sob a alegação que são algo “do passado”. Ele afirma que não há proposta “colocada na mesa” que ameace determinada parcela da população em seus direitos fundamentais. “Quais as propostas concretas do governo que afetam ou ofendem minorias? Até o presente momento, nenhuma”, disse. “Existe uma política persecutória contra homossexuais? Não existe. Não existe a possibilidade de isso acontecer. Zero. Existe um receio de algo que não está nem potencialmente presente”, disse. 
Moro não adiantou propostas, afirmando que elas ainda estão sendo elaboradas e precisarão ser submetidas ao presidente eleito. O futurno ministro sinalizou, no entanto, que defenderá, em Brasília, a alteração de regras de prescrição dos crimes; deixar mais claro na lei a prisão após condenação em segunda instância; a execução das sentenças do Tribunal do Júri independente dos recursos; a proibição de progressão quando houver provas de envolvimento do preso com organizações criminosas; a negociação de penas para casos criminais pequenos; a regulação mais clara de operações policiais disfarçadas; e a proteção dos denunciantes anônimos.
Moro disse que pretende utilizar os modelos de forças tarefas da Lava Jato no combate ao crime organizado e disse que convidará membros da força-tarefa da Lava Jato para compor sua equipe, “por confiar na eficiência e na integridade deles”.

 

publicado por srgiodefreitas1965 às 18:10
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