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Terça-feira, 24 de Março de 2015

REFORMA POLÍTICA PROÍBE CAMPANHAS DE EMPRESAS A CANDIDATOS E PARTIDOS POLÍTICOS

 

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Amigos(as), o momento urge entender e participar das discussões sobre financiamento de campanhas eleitorais. O modelo atual, financiamento privado de campanha é a mãe de toda a corrupção no país.  O Congresso está cheio de empresários e cada menos representantes do povo. 

3 empresas –a JBS, dona da marca Friboi, a fabricante de bebidas Ambev, e a construtora OAS–são responsáveis por 65% do financiamento das campanhas eleitorais pela Presidência da República até aqui. O dado é da primeira rodada de prestações de contas das campanhas, conjunto de informações divulgado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

No total, os 11 candidatos a presidente e seus comitês financeiros arrecadaram R$ 31,2 milhões. As empresas são responsáveis por 91% desse total. Outros 6% são de financiamento público, por meio dos Fundos Partidários. Pessoas físicas contribuíram com os demais 3%.

A JBS lidera o ranking de financiadores. Foi a empresa que mais doou para a presidente Dilma Rousseff (R$ 5 milhões), a que mais doou para o senador tucano Aécio Neves (também R$ 5 milhões) e ainda a segunda da lista do candidato do PSB, Eduardo Campos (R$ 1 milhão). Os R$ 11 milhões investidos pela JBS representam 35% do total geral desta primeira rodada de contas eleitorais. Por meio de sua assessoria, a empresa informou que “faz esse tipo de doação há bastante tempo” para “participar do processo político”. “Nossas doações seguem as relações que mantemos com os partidos, tanto nacionalmente quanto nos Estados”, disse. “As doações ao PT e ao PSDB foram maiores por conta da maior presença e pulverização desses partidos no país”, disse a firma.

A empresa disse que ainda irá avaliar se fará novas contribuições aos candidatos nas próximas semanas. A Ambev repassou um total de R$ 6,7 milhões aos presidenciáveis do PT, PSDB e PSB. A OAS deu R$ 2,6 milhões, somando as contribuições para Aécio e Campos.

Até agora, Aécio lidera a corrida pelo dinheiro, com R$ 11 milhões arrecadados. Dilma conseguiu R$ 10,1 milhões. Eduardo Campos, R$ 8,2 milhões. Juntos, os três representam 94% do total. O tucano também lidera o ranking de gastos entre os presidenciáveis. Seu comitê registrou despesas de R$ 6,6 milhões até o momento. O maior gasto foi com a empresa 2014 Comunicação (R$ 3,7 milhões). No rol de despesas de Aécio constam também R$ 319,2 mil para uma empresa que freta jatos. Campos afirma já ter comprometido R$ 5,2 milhões. Desse total, ele repassou R$ 500 mil a candidatos do aliado PPS. Na prestação de contas a campanha de Dilma declarou gastos de apenas R$ 86 mil.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2010, o gasto com a campanha de um deputado federal era, em média, de R$ 1,1 milhão. A estimativa subiu para R$ 3,6 milhões neste ano. Para um senador, o gasto saltou de R$ 4,5 milhões para R$ 5,6 milhões. Em 2008, as empresas responderam por 86% dos recursos totais de campanha, passando a 91% em 2010 e a 95% em 2014. 

A principal proposta para alterar o modelo atual de financiamento de campanhas é proibir a participação de empresas privadas entre os doadores, que hoje podem apoiar um partido ou candidato específico. No sistema de financiamento misto, atualmente adotado no Brasil as doações são divididas entre doações de empresas privadas e verbas públicas do Fundo Partidário, abastecido pela União.  A alternativa a esse modelo é o financiamento público de campanha.

 

 

publicado por srgiodefreitas1965 às 20:11
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