.posts recentes

. DEBATE NA TV RECORD TEVE ...

. Servidora acusada em víde...

. PM que matou assaltante n...

. Corregedoria da Polícia C...

. MORRE LASCANE EX-VEREADOR...

. RECORD TV

. Debate para governador de...

. Acordo de delação de Palh...

. VOTE BEM EM ROSANA VALLE ...

. ROBERTO LEAL VAI VIRAR PO...

.arquivos

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Fevereiro 2010

Terça-feira, 31 de Julho de 2018

"Ou a gente muda este País ou muda de País" bradou Rosana Valle

38036786_2103640949956311_4924806438729023488_n.jp

A foto acima mostra certa indignação e o inconformismo da jornalista e pré-candidata a deputada federal pelo PSB Rosana Vale. Se chegar à Câmara dos Deputados, Rosana acredita que não perderá o contato das ruas. 


Ela garante que, no legislativo, nunca deixará de fiscalizar e contestar - duas das principais características do Jornalismo. Confira os principais trechos da entrevista:

Diário – Por que deixar o jornalismo e ingressar na política?
Rosana Vale - 
 Cumpri 25 anos de carreira com muita paixão. Sempre acreditei na minha vocação de jornalista. Essa profissão me realizou, que fez eu acompanhar de perto a história da região. Mas o Brasil precisa de renovação política. Precisamos nos apropriar de espaços. O Jornalismo é a boa política. É fiscalizador, é a proximidade da população, é a intermediação entre o Poder Público e o povo. É a defesa da população. Então, percebi que estava na hora de assumir uma responsabilidade política, porque só reclamar não adianta. Já cansamos de mostrar o errado. Está na hora de pessoas de bem se apresentarem com coragem.

Diário – Ou seja, você será uma fiscalizadora implacável, até por vocação?
Rosana –
 Os deputados são interlocutores da população, mas têm que baixar a bola e entender que são servidores públicos. Têm que legislar visando o interesse público. Mas parece que os papéis estão invertidos. Acreditam que são autoridades. Vivem num mundo paralelo. Parece que o que acontece no dia-a-dia não atinge o parlamento. Há uma distância muito grande entre a lei e a realidade. Assisto votações de projetos absurdos. Que país eles (deputados) pensam que estão?   

Diário – Dá um exemplo?
Rosana –
 A lei de inclusão foi aprovada em Brasília e no papel ela é perfeita. No entanto, a rotina nos mostra professores exaustos por classes superlotadas, escolas inacessíveis e sem professores especializados para atender crianças especiais. A mãe é obrigada a ficar o tempo todo junto da criança. Onde está o aporte necessário?

Diário – As reportagens regionais te ajudarão na empreitada?
Rosana – 
Fiz o caminho certo. Estou ouvindo as propostas das pessoas, de especialistas, para poder arregaçar as mangas e trabalhar quando estiver em Brasília. Lembra o que ocorreu na Beneficência Portuguesa, onde as pessoas pensavam que estavam recebendo tratamento de radioterapia e não estavam? Pois bem. É necessária uma lei que obrigue que os equipamentos possuam um selo visível com data de fabricação, prazo de validade e data da última manutenção. Assim, o paciente mesmo pode fiscalizar. Mortes seriam evitadas.

 

Diário – Você está preparada para ser vidraça?
Rosana –
 Estou encarando esse desafio como uma missão. A vida é tão curta, que a gente precisa deixar uma boa história para nossos filhos. Preciso trabalhar para a região tenha mais orgulho de mim. Vou trabalhar da mesma forma que trabalhei como jornalista, com coragem e dignidade.

Diário – É preciso mais mulheres na Câmara?
Rosana –
 Estamos abrindo espaços. A maioria dos eleitores é mulher e somos apenas 10% no Congresso. Já está provado que somos mais sensíveis e menos envolvidas em corrupção. Ainda não estamos em igualdade. Recebemos menos, ocupamos menos cargos de chefia, enfim. Precisamos quebrar esses tabus. A cota partidária é 30% mulheres e 70% homens. Deveria ser 50% para cada. Mas estamos avançando, pois já há decisão que o fundo eleitoral tem que respeitar a percentagem da cota (30/70%), o que não ocorria. Os homens usavam 95% da verba e as mulheres 5%.

Diário – Igualdade, para você, reflete em tudo?
Rosana –
 Sim. Estamos falando de igualdade de direitos.

Diário – Acredita na ponte prometida pelo governador Márcio França?
Rosana –
 Sim e espero que ela chegue. Eu acompanho esse questão por muitos anos. Até maquete já foi inaugurada. A região precisa se desenvolver. Precisamos de aeroporto. Precisamos agir para que as coisas ocorram.

Diário – Como você avalia a reforma trabalhista?
Rosana – 
Teve alguns avanços, mas também muitos problemas. Permitir que grávidas trabalhem em lugares insalubres é uma questão que precisa ser revista. Permitir parcelamento de férias também. Precisamos revisá-la.

Diário – É preciso investir mais em Saúde e Educação?
Rosana –
 Verba parlamentar para a saúde não significa muita coisa. Estamos combatendo a doença. Verbas têm que ser destinadas para projetos de educação, de assistência social, esportes para que, lá na frente, todos eles acabem minimizando os problemas na área da saúde. Investimento em saneamento básico, por exemplo, é fundamental para a garantir a saúde.

Diário – Você acredita que o Brasil tenha jeito?
Rosana – 
Tem. Temos gente boa e bons projetos. Tem muita coisa que está dando certo no País. Precisamos apenas achar os caminhos, começando pela política. Em Brasília é que as leis acontecem e que são estabelecidas políticas públicas para melhorar a vida dos brasileiros. Eu nunca quis ser política, mas sobrou para todo mundo. Só tem uma saída: ou a gente muda este país ou muda de país. Eu escolhi colaborar com a mudança.

 
publicado por srgiodefreitas1965 às 21:28
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Outubro 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
14
16
17
18
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
blogs SAPO

.subscrever feeds