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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2015

MORADORES DEIXAM A BAIXADA SANTISTA EM BUSCA DE PAZ E TRANQUILIDADE

 

 

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A ajudante de cozinha Raquel Rodrigues de Moraes, de 33 anos (na foto), saiu de Cubatão, há 4 anos, para morar em Piedade, no Interior de São Paulo. “Eu saio perdendo de um lado, mas ganho do outro: somos mais felizes aqui”, diz.
No Litoral, ela não só foi vítima de assalto como também acompanhou o crescimento da violência.
“Quando criança, nossa casa vivia aberta. Depois, quando cresci, tínhamos que nos trancar a 7 chaves, com medo”, relata.

Para evitar essa situação, a auxiliar administrativa Diana Ferreira Mazoline Andrade, de 18 anos, e sua família saíram de Praia Grande,em 2014, para morar também no Interior. Com medo, ela não revela a cidade. 3 assaltos em 1 mês motivaram a decisão.
 
2 dos crimes ocorreram na porta da casa onde moravam, cada 1 em períodos extremos do dia: às 7h30 e às 21h30. No primeiro, criminosos invadiram o imóvel, a família foi feita refém, ameaçada com uso de revólveres e teve o veículo roubado.

“Fomos nós mesmos que achamos o carro. Se não tinha como e quem nos protegesse, fomos para um lugar onde a criminalidade é quase zero. Vivemos mais felizes, com tranquilidade, e nossa qualidade de vida aumentou”, conta.

 

Além da questão da violência contra o cidadão, a situação também pode afastar turistas da Baixada Santista.

“É um absurdo o que está acontecendo. As pessoas que vêm de fora ficam com medo até do trajeto para chegar aqui”, reclama José Lopez Rodriguez, vice-presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Baixada Santista e do Vale do Ribeira (SinHoRes).

A situação prejudica todo mundo, pois o turista não volta mais. Não é só o hotel que sai perdendo. Deixamos de atender em restaurantes, bares, de prestar serviços”, lamenta.

Diante desse cenário, há quem não queira esperar o fim dessa onda de criminalidade. Para fugir dela, a saída é mudar de endereço. Por isso, moradores da região estão deixando família e amigos em busca de segurança e, consequentemente, qualidade de vida.

É o caso da publicitária Renata Formoso, de 30 anos, que mora em Londres, na Inglaterra. Ela se mudou de Santos depois de ser 3 vezes assaltada e ter ficado na mira de um revólver. “Eu precisava ir, precisava viver tranquilamente”.

Ela admite ter saudade do Brasil, onde hoje passa férias, mas não se arrepende da escolha que fez há 6 anos. “Londres é um dos maiores alvos do terrorismo, mas a situação é outra. Aqui no Brasil, o crime é por crueldade”, desabafa.

Motivado pela mesma razão, o empresário João Fabrício Gonçalves de Brito, de 34 anos, voltará a morar em Portugal. Ele esteve longe do país europeu por 10 anos, trabalhando em cruzeiros, mas retornou em 2008 para São Vicente, onde sempre viveu.

“Eu não consigo ver esperança (no fim da violência na região e em outras partes do Brasil), sinceramente. Entre andar com tranquilidade e com apreensão ou medo, o que você escolhe?”, indaga.

publicado por srgiodefreitas1965 às 21:06
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