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Sábado, 15 de Setembro de 2018

Justiça nega pedido de liberdade de Suzane Von Richthofen

 

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A Justiça negou o pedido da detenta Suzane von Richthofen e a decisão foi dada no dia 4 de setembro de 2018 pela juíza Vânia Regina Gonçalves da Cunha, da Vara de Execuções Criminais de Taubaté.

Em agosto de 2014 a justiça paulista revogou a decisão que concedia a progressão de regime de Suzane von Richthofen para o semiaberto. A deliberação da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté tomou como base uma declaração por escrito em que Suzane declara não possuir interesse pelo novo regime de sentença.

Na carta, a sentenciada revelou temer por sua vida fora do cárcere e que sua vontade não foi acatada por seu advogado, que requereu ao juízo a progressão para o regime intermediário. Suzane, então, destituiu seus procuradores dos poderes concedidos.

"A lei prevê a progressão como um direito e não uma obrigação e, se não há o interesse, não há como impor o benefício à sentenciada", declarou a juíza Sueli Zeraik. A magistrada ainda determinou a desconstituição dos advogados de Suzane, que passará a ser representada pela Defensoria Pública.

 

Além do medo, o motivo alegado por ela nos últimos dias foi a vontade de permanecer na P1 feminina em Tremembé, interior de São Paulo, aguardando o término da construção de uma ala de regime semiaberto. O novo espaço poderá abrigar 78 detentas que cumpram pena em regime semiaberto. Suzane também alegou que "pretende continuar o trabalho na oficina da Funap, pois necessita da remição e do salário das atividades".

publicado por srgiodefreitas1965 às 00:24
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