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Segunda-feira, 16 de Julho de 2018

A chuva quando cai não é para todos enquanto Rússia matou sonho de Portugal de sediar a Copa

 

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Podíamos ficar pelo ridículo da situação mas a verdade é que o respeitinho é muito bonito e a democracia na Rússia nunca mais foi a mesma coisa desde que Aleksandr Soljenítsin se lembrou de escrever O Arquipélago de Gulag.

 

A Rússia ganhou o direito a organizar o Mundial 2018, após uma votação que teve pouco de transparente. Os 22 membros do Comité Executivo da FIFA estiveram hora e meia fechados numa sala no Palácio dos Congressos de Zurique, sem telemóveis ou contactos com o exterior, e, no final, decidiram por voto secreto.

 

Oficialmente, apenas o notário Roman Dan Mayer ficou a saber qual foi o sentido voto de cada país, mas as palavras de ‘fair-play’ de Gilberto Madaíl e Miguel Angel Lopez, director-geral da campanha Ibérica, não esconderam algumas desconfianças.

 

Para trás ficaram as candidaturas conjuntas de Portugal/Espanha e Bélgica/Holanda, além da Inglaterra. Para o Qatar, país de apenas 930 mil habitantes, que concorreu com Estados Unidos, Austrália, Japão e Coreia do Sul, vai o Mundial 2022.

 

Logo na primeira ronda de votações registou-se a primeira grande surpresa. A Inglaterra viu confirmada as previsões de que seria penalizada devido às reportagens sobre casos de corrupção na FIFA que passaram na BBC e só angariou dois votos. Bélgica/Holanda obtiveram 4, Portugal/Espanha, 7; e os russos, 9. Já sem os ingleses na corrida, a Rússia ‘goleou’, com 13 votos contra 7 de Portugal e 2 da Bélgica/Holanda. Foi fácil perceber que os votantes das duas concorrentes menos votadas transferiram a sua preferência para a Rússia.

Tanto num caso como noutro (Qatar), impôs-se a capacidade financeira e a influência política dos vencedores, aspecto devidamente salientado pelo seleccionador espanhol, Vicente del Bosque. "Eles têm o poder do dinheiro, não sei se têm os mesmos méritos de Portugal e Espanha", declarou.

A candidatura Ibérica previa obter sete votos e esse número não se alterou nas duas rondas. Além de Angel Villar, os apoios eram de Júlio Grondona (Argentina), Nicolas Leóz (Paraguai), Ricardo Teixeira (Brasil), Senes Erzik (Turquia) e Bin Hammas (Qatar). Issa Hayatou (Camarões) e Jacques Amouna (Costa de Marfim) também fizeram parte dessa lista de aliados, mas a hesitação de que deram mostras nos últimos dias gerou legítima preocupação em Madaíl e Angel Villar. Contudo, um deles terá sido a 7ª Federação a votar em Portugal e Espanha.

MADAÍL: "HÁ COISAS A REVER"

Gilberto Madaíl reagiu com fair--play à derrota, mas deixou implícito algumas críticas: "É preciso rever algumas coisas no futebol." Instado a dizer se a crise económica nos dois países pesou na decisão, o líder da FPF voltou a mostrar o seu desagrado. "Também fiz essa pergunta, mas o resultado foi também uma surpresa para a Rússia e o Qatar", avaliou. n

JOSEPH BLATTER: "VAMOS PARA NOVOS PAÍSES"

O presidente da FIFA, Joseph Blatter, não se preocupou em esconder a sua alegria após ser conhecido o resultado das votações com a atribuição do Mundial de 2018 à Rússia e do de 2022 ao Qatar.

"Quero agradecer ao comité executivo da FIFA porque vamos para novos países. O Médio Oriente e a Europa do Leste esperavam por isto há muito tempo. Sou um presidente feliz, muito obrigado a todos", disse, em Zurique.

BENTO LAMENTA DECISÃO

"Se me perguntarem qual era a melhor candidatura para o Mundial de 2018 – em termos desportivos, pelo que fizeram as duas selecções, pelo que fazem os seus clubes nas maiores competições – direi que era a ibérica. Mas temos de felicitar os vencedores. Esta derrota não é uma desilusão, mas sim como um sonho adiado", disse o seleccionador Paulo Bento, na Suíça.

Já Costinha, que não esteve em Zurique, considerou o factor económico como preponderante na vitória dos russos. "São muito fortes a esse nível. Joguei lá [Dínamo de Moscovo]. As deslocações são grandes e há diferentes fusos horários. Teve de haver um facto muito forte para dar este privilégio aos russos", afirmou à Antena 1.

O director para o futebol do Sporting assinalou ainda a presença na sede da FIFA, na Suíça, de "personalidades russas com muito poder e influência".

DISCURSO DIRECTO

"ESTA DECISÃO FOI UMA JOGADA POLÍTICA", Paulo Barbosa, agente FIFA com conhecimento profundo do mercado russo

Correio da Manhã – Parece-lhe uma boa decisão a atribuição da organização do Mundial 2018 à Rússia?

Paulo Barbosa – Não há boas nem más decisões. Há decisões que correspondem às correlações de poder dentro da FIFA e esta foi, claramente, uma delas.

– Quais foram os trunfos da Rússia para convencer a FIFA?

– Fundamentalmente três: segurança, capacidade financeira e a tentativa de a FIFA alargar a influência a uma região com muito potencial e que tem sido esquecida. No fundo, esta decisão foi uma jogada política.

– O que é que falhou na candidatura ibérica?

– Não acho que tenha falhado algo. Nem a nós nem a Inglaterra. Foram países que já receberam europeus e mundiais e acabou por pesar a intenção de diversificar e alargar estes torneios a outras áreas geográficas.

 

 

 

 

publicado por srgiodefreitas1965 às 23:25
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