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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2014

A MAIOR CHUVA DA BAIXADA SANTISTA

resgate3.jpg

 

A chuva e os consequentes alagamentos continuam causando transtornos a quem passa pela entrada de Santos na tarde desta terça-feira (23/12). A Avenida Nossa Senhora de Fátima, entre Avenida Martins Fontes e a rua Bóris Kauffmann e entre ruas Jovino de Melo e São Sebastião, está interditada no momento.

A Av. Martins Fontes (pista local), entre as ruas São Sebastião e Ernesto Fulgoso, está alagada no sentido bairros/Centro e também se encontra alagada nas faixas da direita e central, no sentido Centro/bairros, altura da Rua Flamínio Levy.

 Dezenas de pessoas que estavam presas há mais de 18 horas dentro do supermercado Assai (foto) em Santos, no litoral de São Paulo, foram resgatadas pelo Corpo de Bombeiros no fim da manhã desta terça-feira (23/12). Por causa da chuva que atingiu a região, nesta segunda-feira (22/12), as ruas ficaram alagadas e os consumidores não conseguiram sair do estabelecimento. Algumas pessoas, principalmente crianças, tiveram que improvisar e dormiram dentro de carrinhos de compras.

  A dona de casa Rita de Cássia Menezes chegou ao supermercado por volta das 16h30 de segunda-feira. Logo depois, a chuva começou a cair na cidade e os consumidores não conseguiram sair do local. Segundo Rita, o Corpo de Bombeiros foi até o supermercado durante a noite para socorrer uma aposentada que passou mal mas, devido ao número de ocorrências, não pode retirar todas as pessoas do atacadista. Algumas pessoas acionaram guinchos para retirar o carro das ruas e ir embora. 

Climatologista fala sobre a forte chuva na Baixada Santista

As pessoas que vieram de ônibus, táxi ou a pé continuaram dentro do supermercado. Eles tentaram chamar táxis e ônibus mas, segundo Rita, nenhum motorista consegue chegar. A dona de casa diz que a maioria das pessoas ficou acordada durante a noite. Outros utilizaram um carrinho de compras para dormir e o gerente do supermercado ofereceu um café da manhã para todas as pessoas abrigadas no local.

Com o alto volume de chuva, motoristas e moradores tiveram problemas para se deslocar, por exemplo, entre as cidades de Santos e São Vicente. A chegada de Santos pela avenida Nossa Senhora de Fátima foi bloqueada pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para acesso de veículos leves já que a chuva ultrapassava o limite das rodas dos carros. Apenas caminhões e ônibus conseguiam trafegar por um trecho. Moradores da Zona Noroeste ficaram ilhados, alguns até fizeram barricadas na porta de casa para tentar evitar a entrada de água. 

Por falta de policiamento e sensação de insegurança, taxistas estão recusando corridas a partir de determinados horários e em diferentes locais de Santos. Motoristas apontam que boa parte dos 17 morros e alguns bairros da Zona Noroeste costumam ser evitados após as 20 horas.

  Cada um tem sua estratégia pessoal para evitar abordagens criminosas. Quando conseguem faturamento razoável bem antes do fim do expediente, alguns dizem que costumam ir embora para não ficar sujeitos a roubos. Outra preocupação é desconfiar de clientes que adiantam uma parte da corrida em dinheiro para um destino a que o taxista não costuma ir. “Tem que suspeitar porque não é uma prática comum”, diz José Francisco dos Santos.

Apreensivo com a situação em geral, o taxista José Eduardo Neubauer não trabalha com aliança, corrente nem relógio. “O melhor é chamar a atenção o menos possível. Tenho família e quero voltar para casa são e salvo todos os dias”.

publicado por srgiodefreitas1965 às 19:10
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