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Quarta-feira, 13 de Novembro de 2019

Morto há 81 anos, Lampião deixa legado controverso no Nordeste do Brasil

 

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"O homem chegou". Não precisava nem falar nem o nome para que moças desfalecessem, cabras-macho saíssem em disparada e a correria tomasse conta das pequenas cidades do Nordeste nos anos 1920 e 1930.

O homem era o mata-sete, o facínora, o Robin Hood sertanejo, amigo dos coronéis, bandido dos bandidos, governador do sertão Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião.

Morto numa emboscada na gruta de Angicos em Poço Redondo (SE) em julho de 1938, Lampião deixa o legado controverso no Nordeste brasileiro 81 após sua morte.

 Como a Folha de S.Paulo publicou 8 décadas após sua morte, em 28 de julho de 1938, o fantasma de Lampião continua a assombrar Cansanção, Queimadas e outras cidades do Nordeste. Desta vez, por meio de bandos armados que invadem cidades e assaltam bancos, numa modalidade de crime que ficou conhecida como "novo Cangaço".

"Costumo dizer que Lampião inaugurou o Cangaço S/A. Ele criou 1 rede de apoio político e logístico que lhe produzia lucros e garantia a sobrevivência", conta o historiador Manoel Neto, coordenador do Centro de Estudos Euclides da Cunha da da Uneb (Universidade do Estado da Bahia).


O apoio dos coronéis, afirma, foi fundamental para que Lampião conseguisse sobreviver por quase 17 anos no Cangaço, passando por quase todos os estados nordestinos, quase sempre com tropas da polícia em seu encalço. "Ele servia e se servia dos grupos hegemônicos", diz.

Manoel Neto considera o Cangaço como a "gênese de um processo civilizatório que se implantou por meio da violência" para fazer frente a violência histórica dos coronéis do sertão. E o equipara a movimentos messiânicos como Canudos e Pau de Colher, na Bahia, e Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, no Ceará.

Esta visão é a mais recorrente entre os moradores de Queimadas, cidade de 26 mil do nordeste da Bahia, que ainda hoje respira a história da passagem de Lampião por aquelas bandas. Foi lá que cangaceiro, friamente, matou 7 policiais da guarda local nas vésperas do Natal de 1927 massacre lendário que lhe rendeu a alcunha de "o mata sete".

8 décadas após sua morte, sua história segue sendo contada e recontada nos livros, nos cordéis, no artesanato, nos filmes e nas cantigas dos violeiros. Está presente em símbolos que vão chapéu de cangaceiro a danças como o xaxado.

Diz Manoel Neto: "Esse é o legado que ninguém questiona. Lampião e o Cangaço seguem forte no imaginário popular do sertão. É parte da nossa história".

Todos foram decapitados. Segundo o fotógrafo mineiro José Geraldo Aguiar, 47, esse homem foi o verdadeiro Lampião, o suposto Lampião morreu com o nome de Antônio Maria da Conceição, em 3 de agosto de 1993, em Buritis (MG). Maria Bonita (oficialmente Maria Gomes de Oliveira), com o nome de Maria Teixeira Lima, teria morrido aos 70 anos, em 3 de agosto de 1978, em Montes Claros (MG).
 
publicado por srgiodefreitas1965 às 23:03
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