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Terça-feira, 17 de Setembro de 2019

ATAQUES NA ARÁBIA SAUDITA PREOCUPA ONU E LÍDERES MUNDIAIS

 

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Primeiro exportador mundial de petróleo, a Arabia Saudita tenta restabelecer o nível normal de produção de cru, duramente afetada por um ataque com drones no sábado (14/09).

Apoiados pelo Irã e há 5 anos em confronto com a coalizão militar liderada por Riad, os rebeldes houthis xiitas do Iêmen assumiram a autoria dos ataques contra instalações da gigante estatal Aramco.

O príncipe herdeiro saudita, Mohamed bin Salman, cujo país é o grande rival regional do Irã, garantiu que Riad "quer e pode" responder a esta "agressão terrorista".

Para o especialista em Oriente Médio, James Dorsey, represálias diretas são "muito pouco prováveis". "Os sauditas não querem um conflito aberto com o Irã (...) Querem que outros lutem em seu lugar, mas os outros são reticentes", afirmou Dorsey.

A ofensiva daquele dia provocou incêndios na planta de Abqaiq, a maior no mundo dedicada ao tratamento do petróleo, e em Jurais. Os ataques não deixaram vítimas mas os rebeldes huthis já lançaram vários ataques à infraestrutura energética saudita. 

Riad construiu 5 gigantescas instalações de reservas subterrâneas em todo país para poder armazenar milhões de barris dos diferentes produtos petroleiros refinados.

Os ataques foram condenados pelos Emirados Árabes Unidos, Barein, Kuwait, aliados de Riad, assim como pela Organização de Cooperação Islâmica (OCI).

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse que há várias opções para lidar com os ataques a instalações de petróleo na Arábia Saudita durante o fim de semana.

publicado por srgiodefreitas1965 às 20:09
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