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Quinta-feira, 12 de Julho de 2018

INSEGURANÇA NO ITARARÉ,EM SÃO VICENTE (BRASIL) DEIXA POPULAÇÃO TRANCADA EM CASA

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Os frequentes assaltos e furtos contra pedestres e ciclistas instauraram clima de insegurança na Praia do Itararé, em São Vicente. Sistema de iluminação precário, quiosques abandonados e efetivo policial insuficiente são convites às práticas delituosas e apontados por moradores como problemas crônicos na área.

 

A situação eleva o risco para quem se aventura em trafegar pela ciclovia da orla vicentina, uma das mais movimentadas da região. O cenário descrito por moradores e turistas ficou evidente na segunda-feira (09/07), feriado da Revolução Constitucionalista.

 

tentativa de assalto contra o casal de turistas que passeava de bicicleta acabou em tragédia. 1 disparo atingiu o passageiro de um ônibus intermunicipal que passava pela Avenida Ayrton Senna, próximo à divisa com Santos, no instante da ação criminosa.  A polícia prendeu o homem acusado da morte de passageiro de ônibus da BR Mobilidade prefixo 7514 no circular 10.

Polícia prende outros suspeitos de crime que matou passageiro de ônibus

Câmera registra fuga de criminosos após disparo na orla de São Vicente/SP

O tiro acertou o abdômen de Eleomiro Fernandes Filhos, 47 anos. Ele foi encaminhado em estado grave ao Hospital Municipal de São Vicente (antigo Crei), e deu entrada na unidade médica com parada cardiorrespiratória. O homem não resistiu aos ferimentos e morreu instantes depois do incidente. A Polícia Civil ainda investiga a autoria do crime.

A ocorrência se deu em meio aos ajustes e estudos para aplicação de uma lei estadual com promessa de reforço policial para a Baixada Santista nos finais de semana e feriados prolongados – ocasiões em que a população flutuante na região se eleva.

 

Segundo relatos de moradores, em dupla ou em grupos, jovens abordam vítimas e anunciam assalto na ciclovia ou no calçadão ao lado, utilizado para a prática de caminhadas ou corridas. O objetivo é levar bicicletas ou bens pessoais, como carteiras, celulares e relógios possivelmente para pagamento de dívidas de drogas aos traficantes.

“Foi horrível. A gente sai para passear e, de repente, volta para casa sem nada. Ficamos reféns da violência”, desabafou a paulistana Ana Paula Matos, vítima do assalto na ciclovia vicentina. Ela estava em um dos 242.508 veículos que desceram a Serra rumo ao Litoral no final de semana, segundo a Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI).

Relatos de furtos ou assaltos ocorrem na extensão de toda a ciclovia que percorre a orla vicentina. O medo de se tornar alvo de assaltantes faz com que moradores do entorno mudem seus hábitos.

 

A dona de casa Maria Alice Fonseca não sai de casa portando joias, dinheiro ou qualquer objeto que possa despertar a atenção dos criminosos. “Ainda carrego comigo o celular, Mesmo assim, fica escondido e eu fiz seguro no aparelho”.

 

Já a pensionista Regina Célia dos Santos evitar circular pela imediação após as 18 horas. “Não saio de casa à noite. Quando preciso, chamo o Uber. Falta iluminação (na orla). Até mesmo o pessoal do quiosque é assaltado. A gente está à mercê dos criminosos”.

 

Síndica do condomínio no Itararé, ela sustenta ter ido pessoalmente no batalhão da Polícia Militar para pedir reforço no efetivo para o local. “Cansamos de ver assaltos e até assassinatos sem nada fazer”. Ela também cobrou melhoria na iluminação pública.

 

 



 



publicado por srgiodefreitas1965 às 19:13
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