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Quarta-feira, 4 de Julho de 2018

Caso Vitória: polícia descobre novidade avassaladora: crime hediondo foi por vingança

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 Vitória Gabrielly virou o assunto de junho de 2018, como mostra uma matéria clicando aqui. A polícia descobriu uma grande novidade, capaz de mudanças avassaladoras.  O caso Vitória Gabrielly ainda é 1 dos mais famosos na imprensa. Tudo o que aconteceu em torno da morte da menina Vitória Gabrielly acabou ganhando a imprensa. Nessa terça-feira, 19/06, a polícia civil revelou que tinha descoberto novidades avassaladoras sobre o caso e um casal suspeito teve, inclusive, diversos exames de comparação de material genético.

A perícia feita no corpo de Vitória Gabrielly fez descobertas impressionantes. Os investigadores querem saber quem matou a criança, que havia saído para passear utilizando os seus patins cor de rosa. 

Jairo Coneglian, advogado que defende o casal suspeito de sequestrar Vitória Gabrielly, revelou que esteve no Instituto Médio Legal (IML) para colher o material, mas que os seus clientes são inocentes. Ele ainda negou que os 2 sejam suspeitos do assassinato, mesmo até que a dupla esteja constantemente participando de exames em torno da investigação.

A revista Veja trouxe outra notícia importante sobre o caso, como você lê a seguir. 3 dias após a confirmação da morte da estudante Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, que desapareceu no dia 8 de junho depois de sair para passear de patins, a mãe da menina ainda não teve coragem de voltar para casa, em Araçariguama, na região de Sorocaba – está sob os cuidados da avó, em Santo André, na Grande São Paulo. Ainda bastante abalada, a professora da rede municipal Rosana Maciel Guimarães, de 39 anos, diz que não vai descansar enquanto não souber o que aconteceu. “Não vou deixar esse caso cair no esquecimento”, diz.

Segundo Rosana, a sexta-feira do desaparecimento (08/06) era 1 dia como qualquer outro. Acordou a filha para ir à escola, preparou o café da manhã, ajudou ela a se arrumar. Vitória costumava ir sozinha, caminhando, mas naquele dia pegou carona com o tio. Como dá aulas à tarde, sempre sai antes do almoço – por isso, a filha costumava almoçar com a tia, que mora em uma casa no mesmo terreno. Mas naquele dia Vitória não foi almoçar. Chegou em casa, tirou o uniforme, vestiu outra roupa, abriu o computador e enviou mensagem para o pai pedindo dinheiro para um passeio da escola. Pegou os patins, deixou o computador aberto e saiu sem avisar ninguém.

De acordo com a mãe, Vitória passou na casa de uma amiga com quem ela havia combinado de ir patinar, mas a colega desistiu de ir. “As câmeras de segurança mostram minha filha chegando perto do ginásio, sentando na calçada, vestindo os patins e patinando. De repente, sai para beber água e, quando volta, é abordada por alguém. E foi esse alguém (referindo-se ao servente de pedreiro Julio Cesar Lima Ergesse, 24 anos,preso em flagrante) que a sequestrou”, lamenta.

A professora diz que naquele dia chegou em casa por volta das 17h30, mas só se deu conta de que a filha não estava cerca de 1 hora depois. Ligou para a irmã, para o ex-marido e para várias amigas. Até que falou com a amiga com quem Vitória ia patinar. Desesperada, foi correndo até o ginásio, mas não encontrou a filha. Perguntou para várias pessoas e ninguém sabia do paradeiro da menina. A professora foi, então, para a delegacia registrar boletim de ocorrência, mas não conseguiu porque a polícia só faz o registro depois de 24 horas do desaparecimento.

 

O caso de Vitória Gabrielly está solucionado, segundo a Polícia Civil do Estado de São Paulo. A crueldade aplicada na morte de Vitória, de apenas 12 anos, foi completamente em vão e por engano. Segundo a polícia, nesta terça-feira (03/07), 1 testemunha foi fundamental para chegar aos assassinos.

 

O homem que foi ouvido na DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa) era a peça que faltava para elucidar o crime que parou o Brasil. Seu depoimento foi essencial para que a polícia entendesse a real motivação do crime.

 
 

O homem que compareceu era a verdadeira vítima dos bandidos matadores. Segundo a testemunha, ele devia R$ 7 mil para o casal Bruno e Mayara, presos e sabia que sua família poderia pagar pela dívida. Entretanto, Vitória foi confundida com sua irmã e levada por engano.

 

A testemunha também disse que Bruno já é velho conhecido na região e que costuma punir família de devedores. A irmã desta testemunha, revelou, tem as mesmas características físicas de Vitória que acabou pagando um preço alto por se parecer com ela.

A polícia não tem mais dúvidas que Vitória morreu por vingança. Entretanto, para piorar a situação da mãe e da família, foi uma vingança que saiu errado. A vingança seria contra outra Vitória num caso de não pagamento de dívida de drogas.

 

Se você ainda não sabe, Bruno é acusado de ser traficante na região. Ele pegou a Vitória errada para forçar o pagamento da dívida de drogas. Ao descobrir que a menina foi pega por engano, deu cabo à vida da moça. A crueldade portanto, foi apenas para ver a menina morrer. Não há outro motivo.

 

O casal e Julio tiveram suas prisões preventivas decretadas e foram indicados já pelo crime. Este foi, sem dúvidas, o caso mais difícil e intrigante, além de cruel, vivido no Brasil em 2018. A polícia ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

 

Quem assistiu o ‘Cidade Alerta‘ de terça-feira (10/07) ficou assustado com o que ouviu. O programa conseguiu acesso aos autos do processo de Vitória Gabrielly e algo de muito estranho foi revelado ao público. Segundo o apresentador Bacci, a polícia ainda não sabe quem é o traficante mandante do crime.

 

O caso Vitória Gabrielly já estava concluído, segundo a polícia em termos de inquérito e levantamento de provas. Entretanto, um fato novo, revelado nesta terça-feira (10/07), pelo ‘Cidade Alerta’ de Bacci, dá conta que a testemunha chave pode ter mentido.

Ainda segundo Bacci, Bryan pode ser realmente Nícolas (que é desconhecido ainda), o próprio Bruno (a testemunha mentiu com medo de ser morto) ou até pode não existir. Aí o caso apresentaria uma grande lacuna.

 

Bryan teria mandado matar a irmã da testemunha Gama, por uma dívida de R$ 7 mil de drogas e os executores, o casal e Júlio teriam pego a menina errada. Júlio foi, segundo a polícia, quem deu o último golpe, o fatal na menina. A participação de Júlio tem provas materiais e concretas, o DNA sob suas unhas, que indicou material genético de Vitória.

Até então já não se tinha mais dúvidas da participação do casal Bruno Marcel de Oliveira e Mayara Borges Abrantes e nem mesmo de Julio Cesar Ergesse,  que já estava preso desde as primeiras semanas do crime. Entretanto fatos novos enfraquecem a versão da participação do casal.

A testemunha chave, que está sendo chamada de GAMA, um nome fictício, revelou que devia R$ 7 mil para Bryan e que Bruno e Mayara eram funcionários deste traficante. Eles faziam as cobranças para o fora da lei. A testemunha disse que o casal já era conhecido pela violência e não soube precisar onde estava este Bryan. Nem mesmo deu 1 descrição mais detalhada. Por conta disto, o inquérito que envolve esta pessoa foi desmembrado do processo principal.

A polícia trabalha com a possibilidade que a testemunha tenha ocultado a verdade sobre Bryan, por medo, ou até que não tenha contado que Bryan é Bruno. Ou mesmo que tenha inventado a história, o que complicaria de vez o caso.

Até quando o tráfico de drogas vai matar? É triste, é doloroso", declarou a mãe de Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, na tarde de terça-feira (10/07).

"A gente fica aliviada em saber que responderão pelo que fizeram, mas se viram que pegaram por engano, por que não a deixaram voltar para casa? Se falasse: 'não fale nada', eu não falaria. Só queria minha filha aqui comigo."
A informação foi divulgada com base em um novo depoimento no Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A testemunha, que teve a identidade preservada, afirmou que deve cerca de R$ 7 mil a um traficante e que tem uma irmã com as mesmas características da menina Vitória. A garota desapareceu no dia 8 de junho e foi encontrada morta uma semana depois.
À TV TEM, Rosana Guimarães contou que espera a punição dos culpados pelo crime e que confia na lei.

Polícia conclui inquérito do caso Vitória Gabrielly

publicado por srgiodefreitas1965 às 20:55
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Homem morre esfaqueado após briga em bar em Guaratinguetá por causa de jogo de dominó

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Esse homem de 37 anos (foto), morreu após ser esfaqueado dentro do bar, na noite desta terça-feira (03/07) por volta das 19h30min, na Rua José Fernandes, no Parque Santa Clara em Guaratinguetá.

De acordo com informações, um grupo de amigos estava jogando dominó no interior do estabelecimento, quando houve uma discussão entre 1 dos componentes com 1 homem que havia acabado de chegar no bar. Houve luta corporal entre eles, sendo o momento que o autor desferiu várias facadas no abdômen da vítima. Em seguida fugiu tomando rumo ignorado.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, porém, ao chegar no local constatou que a vítima já havia entrado em óbito. Ainda segundo informações, o autor do crime foi identificado pela Polícia Militar, mas até o fim desta reportagem estava foragido. As investigações feitas pela Polícia Civil resultaram na prisão do homem de 47 anos na casa dele.

publicado por srgiodefreitas1965 às 20:10
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