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Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017

O TRABALHO DOS NÃO POLICIAIS NO 190

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Está em aberto discussão sobre a necessidade de se manter policiais militares nos serviços de comunicação operacional das polícias – o tradicional serviço “190” em que parte dos opinantes, muitos deles policiais que atuaram na operacionalidade e sabem como um operador de rádio ou telefonista policial “desenrolado” pode favorecer o atendimento de ocorrências, manter policiais desempenhando este serviço é o melhor a se fazer. Para outros, não há muita mudança se funcionários não policiais forem empregados, principalmente no atendimento dos telefones, nos moldes das agências de Call Center.

Alguns elementos parecem ser essenciais para este tipo de serviço: (1) agilidade no atendimento da ocorrência; (2)qualidade no relacionamento entre o atendente e o cidadão solicitante; (3) garantia de segurança ao policial que recebe as informações; e (4) sigilo das informações recebidas dos solicitantes.

A agilidade (1) e a qualidade (2) do atendimento ao solicitante pode ser alta ou baixa independentemente da condição profissional dos atendentes. Estes elementos podem ser melhores ou piores a depender do treinamento dos profissionais, suas condições de trabalho (quanto tempo permanecem atendendo telefonemas ininterruptamente?), e dos equipamentos disponíveis (poder relacionar a localização das viaturas com a localização do chamado, por exemplo, é  essencial).

O Capitão e sociólogo Rodrigo Pimentel, comentarista de segurança da Globo, criticou a medida no Rio de Janeiro: “Aqui no Rio, a terceirização não melhorou o atendimento. Eu fui vítima quando presenciei um roubo e a funcionária pediu informações que não eram necessárias para uma situação de extrema emergência. Foi burocrático, era questão de vida ou morte”.

O fato é que, como muitas vezes ocorre nas decisões políticas da área de segurança pública, as medidas visam satisfazer improvisadamente interesses imediatos – a despeito de todos os elementos técnicos a se considerar.

Ainda assim, a realidade é decerto outra, os fatores de risco e stress ao qual o Policial-Atendente é submetido são bem menores em comparação com os do Rio de Janeiro, ao menos os policiais do interior que de forma surreal desbravam suas atividades. Creio que tirando a Capital e Feira de Santana, as outras cidades têm centrais de atendimento telefônico – Emergência 190 – diminutas, com apenas um policial, 2 a 3 telefones para atender, fazendo as vezes dum porteiro, sentinela, recepcionista, mensageiro, coletor de dados, armeiro (ou despachante de armas) e controlador de rádio. Tudo isso em 12 ou 24 horas de trabalho para 1 só pessoa dentro da PM.

 

 

publicado por srgiodefreitas1965 às 19:12
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