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Segunda-feira, 31 de Julho de 2017

O que aconteceu na Venezuela nos últimos dias, no último ano e nos últimos 20 anos

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Em 9 de julho, a Venezuela completou 100 dias de protestos. 1 dia antes, o líder opositor Leopoldo López havia sido mandado para a prisão domiciliar, num aceno do governo à oposição. Mas ela não se deu por satisfeita e convocou novas marchas.

 

Além de manifestações, opositores organizaram um plebiscito simbólico contra a formação da Assembleia Constituinte. A votação ocorreu em 16 de julho. Participaram mais de 7 milhões de venezuelanos, e 98,4% deles votaram contra a convocação da Constituinte.

 

O voto para a nova Assembleia Nacional ocorre em meio a uma onda de protestos diários iniciados em abril 2017. Confrontos entre manifestantes e forças governamentais já deixaram mais de 100 mortos. Na última quinta-feira (27/07), Maduro proibiu todas as manifestações públicas.

 

O governo da Colômbia anunciou, nesta quinta-feira (27/07), que emitirá vistos de residência temporária para mais de 150.000 venezuelanos que estão no país. A medida beneficiará os cidadãos do país caribenho que tenham entrado legalmente no país até hoje.

 

 

A crise econômica e a grave escassez de alimentos, medicamentos e insumos médicos se aprofundaram no país. Isso porque a Venezuela é muito dependente de importação e viu seu Orçamento cair consideravelmente junto com o preço do petróleo, o produto que mantém a economia. A situação causou a emigração de milhares de venezuelanos, e muitos deles vieram para o Brasil.

 

O governo de Maduro chegou a decretar feriado às sexta-feiras para poupar energia elétrica. Os venezuelanos também tiveram que se adaptar a um novo fuso horário para enfrentar a crise energética – os relógios foram adiantados em meia hora.

 

Hugo Chávez voltou a vencer as eleições em 2006 e 2012 naVenezuela desde1998. Nos seus mandatos, houve a nacionalização de empresas de energia, telecomunicações, de empresas petrolíferas e até do maior banco do país, o Banco Venezuela. Em 2012, começaram os sinais de desabastecimento, e o governo aumentou o controle dos preços de itens básicos, para conter a inflação.

 

publicado por srgiodefreitas1965 às 21:39
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